sábado, agosto 30, 2014

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        Todo dia eu acordo de manhã e sento na mesa com minha xícara de café. Então eu olho pra baixo enquanto me pergunto “oh deus todo poderoso, o que é agora?” e me deparo com uma mancha de caldo de feijão. Essa mancha já está lá na toalha há vários dias.
        No começo ela era marrom como feijão normal mas, com o passar dos dias (ou meses... ninguém sabe na verdade), ela foi ficando esbranquiçada e quebradiça. Uma parte dela virou um pó na verdade.
        Eu imagino, com certo nojo na verdade, a enorme quantidade de pó de caldo de feijão que a gente respira por dia. Se na em cada residência do Brasil as pessoas derrubarem uma gota por dia, calcule você essa porra.
        O problema na verdade é que eu odeio feijão. Quando como é só para não fazer desfeita na casa dos outros. Então, não consigo imaginar por que uma porcaria de uma gota de caldo de feijão está ressecando na minha toalha há tanto tempo.
       

        Sei lá. De qualquer forma eu olho pra ela e sinto qualquer coisa poética. Me dá vontade de escrever uns versos sobre a gota. Como estou sem prática de escrever poeminhas eu resolvi mandar isso aqui mesmo. Obrigado. Valeu. Falou.

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