segunda-feira, dezembro 29, 2008

Prypiat

http://www.kiddofspeed.com/chernobyl-revisited/chapter21.html
Eu realmente acho muito legal lugares abandonados. sempre que eu acho um, eu planejo uma expediçao. no meu bairro só deve ter 3 lugares que eu ainda nao fui. por falta de compania ou por dificuldade mesmo.
"Prypiat é uma cidade fantasma no norte da Ucrânia, perto da fronteira com a Bielorússia. Junto à cidade fantasma fica a central nuclear de Chernobyl, lugar onde ocorreu o maior acidente nuclear da história (em Abril de 1986).
A cidade documenta bem a era mais tardia da
União Soviética, visto que os edifícios abandonados (de apartamentos, hospitais, piscinas, etc) ainda contêm objectos desses tempos idos (brinquedos, roupas, discos, etc). A cidade em si e os arredores não são seguros como lugar de habitação para os próximos séculos. Os cientistas supõem que os elementos radioactivos mais perigosos precisarão de 900 anos para atingir níveis que permitam ao ser humano voltar a habitar a zona.
Logo após o
acidente nuclear, muitos se negaram a sair de lá, e abandonar, a sua família, a sua casa e a sua vida. Correndo enorme risco de saúde." wikipedia



































creche.

























































Piiscina pública. cenério do jogo call of duty 4




















o parquinho. que pode ser visto desta foto, é o lacal com maior radioatividade. ele fica bem de frente ao reator da usina.








Café fantasma.


Quarto de um hotel. arvores crescendo nele. Lugares abandonados sao o máximo


-x-


O silencio nas ruas é horrivel. o passeio turístico. o unico organizado. durava duas horas, mas os turistas quiseram ir embora apos 15 minutos por causa do silencio


Dizem que a cidade parou no tempo. mas isso é só porque os relogios de lá nao marcam as horas. só marcam a radiaçao

Ginásio público

loja de motos.


telefone. nao funcina (obvio) e nem celulares


casa de um guardinha


As portas e janelas ficam sempre abertas. assim a radiaçao sai mais rapidamente


-X-



Predio mais alto. de onde foram tiradas as fotos a seguir

elevadorCentral do correio. acho que essas cartas nunca vao ser lidas. "Standing on the roof of the highest building in this empty town brings a feeling of being completely alone in the world - like this whole town is. " autor da foto. nao sei quem é

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Dia louco

- Oh Marvin! kiss me!
- O yeah babe, Oh i love you so much * (manteremos a discriçao ok?)

quando nossos labios estavam prestes
a se torem um só. Algo inesperado acontece:

- Maaaaaaarviiiin! vem ver!- chamou minha mamae.
-inha.... iniziohouf?
-Que?
-ééééé.... ve oque mae?
-tem uma calopsita na janela
-ah tá bom
- vem logo!- levanto ainda bem sonolento e ando até o quarto da minha mae
-nhaaa nao to vendo nada, esqueci os oculos!- voltei pro meu quarto peguei os oculos e só ai pode ver. tinha uma calopsita na janela. na janela do oitavo andar.
"Que bichinho gracioso! depois de anos querendo uma calop, Deus, Buda, Shiva ou Mazda mandou um pra mim, um lindo anjinho branco e cinza na minha janela" pensei.

Depois de um rápido breakfast, agente foi colocar ela pa dentro.

Ele é dessa cor



Meu amigo, aí o bicho pegou, nao sei como colocar em palavras oque aconteceu nas horas seguintes
abri a janela e fui no encalso do bichinho, protegendo sempre, o canto que seria morte certa do meu anjinho. ai ele fez.
suuussssssssf!
como uma bufada pelo nariz.
- O manhê, esse bicho vai me morde...
-pega essa luva- disse me passando uma luva de latex verde- só que ela vai se assustar mais com isso.

continuei protegendo o abismo da morte dolorosa e agarrei a calop
Piu, Piuuuuuuuu, piu hasanaganifdadU!ela começou a subir pela minha mao. agora a unica coisa que a separava da morte certa ela meus 3 dedos agarrados a bundinha dela. Piu piau!
dei um puxao e coloquei ela dentro do quarto. ela agora batendo as asas estava a 5 penas do rabo de uma queda, nao mais morte.

com uma força descomunal ela se libertou das penas, que mais tarde percebi que ficaram presas nos meus dedos, que a ligavam a mim e voo até a antena da tv. a salvo. fui até a garagem enquanto minha mae ligava pro portero a falar se tinha uma calopsita perdida pelas bandas do meu predio. Peguei a gaiola e minha mae enfio ela lá.
Nao me pergunte como.

Trrrrrrrrrim! o interfone, a diferença entre ficar comigo ou mandar meu anjinho pra outro lugar.
era a mulher do segundo andar,casada com um argentino,E COM 2 FILHOS PEQUENOS.
ela falou que ja tinha uma calop e que cuidava de duas e tal. Nem em sonho eu dizia pra mim mesmo.


Minha mae falou que ia procurar o dono e tudo, caso nao achasse daria. Mentira.


naquele dia viajei pra praia e deixei o bichinho numa gaiola improvisada, do lado dos agapornis.


quando voltei no domingo ela tava lá como deveria estar. so que na gaiola dos agapornis. Acontece que meu pai achou q ela tava sozinha e enfiou ela na gaiola deles.


Procurei na internet e descobri que calopsitas vivem 25 anos! pra desespero da minha mae. Tambem achei que agapornis e calopsitas nao devem ficar juntos em gaiolas pois ambos sao territorialistas e tudo.


no outro dia agente foi lá e comprou umam gaiola com aberturas e tudo. agora ela parece feliz, ainda tá bem arisca mais ja ta quase deixando eu por a mao na cabeça.

Achei essa foto super divertida! Todos machos na foto.



E ainda tem mais. nos próximos posts eu vo contar sobre o livro que to escrevendo (nao fique entusiasmado.), darei uma aula básica de shaper, e ainda contarei histórias do meu Super-Cao, que está super enciumado com a calopsita.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

História de uma Barata



Fiquei um tempao pensando se deveria postar isso. Sabe como é uma história como essa pode acabar com a reputaçao de um cara como eu. Mais no final resolvi postar mesmo afinal acontece com qualquer um.




Sábado, dia da festa


- Vó, me arruma um palito de dente?
- tá ali no armário
-tá bom... nessa porta?
- éé

Abri a porta sem suspeitar de um pequenino ser que me observava. o palito estava há uns 30 talvez 40 cm dentro do armario embutido da casa da minha vovó.passando por umas xícaras tinha um potinho de requeijao com a tampinha vermelha. o pote continha sal.
Já perceberam como velho adora quardad potinhos, frascos, e o caralho a 4?
passei a mao bem ao lado do pote da tampa vermelha quando.....
olhei para o lado e lá esta, um animal cuja espécie viu dinossauros, um animal cuja especie sobrevive a ataques nucleares, e eu nao. só isso ja é motivo pra temer um animal que nao morre numa bomba atomica!!!! vc consegue coompreender isso?


KABOOOOOOOOOOOOOM!!!!!!!!!!!!!!!!!


voce se fudeu e a barata? bem a barata viveu.


voltando a barata que tava em cima do potinho vermelho, provavelmente tramando um plano para roubar uma bomba e jogar em mim pra roubar a comida de meus armarios, eu olhei ela e ela olho minha mao, eu olhei ela e ela se virou, eu olhei ela e ela olhou com seus olhinhos nos meus olhos, eu olhei pra ela e ela..... mexeu as antenas com um desdém classico de quem sobrevive a bombas mais poderosas criadas por um homem.
ela mexeu as antenas e veio na minha direçao, eu tirei a mao do armário e corri gritando -maeeee! maaaae! o chinelo? a espingarda! as tochas!
- caralho filho sao duas da manha! porque gritas?
- animal! uma besta hedionda, um mostro com um poder de proporçoes avassaladoras.
- para de grita!
- mae me da um chinelo, eu vo atras dessa besta!
-porque? tem uma barata na cozinha!? pai (se dirigindo ao meu pai, que dormia nuam poltrona) mata essa barata.
- anh? oque ?
volamos à cozinha eu e os homens do cla. a besta fera tinha sumido.
meu pai me deu uma bronca por ficar com medo de uma barata e eu lhe expliquei q o medo era justificavel por causa que ela sobrevive 5 dias sem cabeça. CINCO! e um réles humano sobrevivo 3 segundo em média.


Domingo, dia de ir para casa


Já tinha até esquecido a baratinha. almocei, brinquei com meu cachorro, dormi brinquei com meu cachorro, perguntei:
- O vó?! quero coca! onde tem um copo?
- naquele armario em frente ao fogao
andei até o armario desta vez nenhum animal me observava só o cachorro. que nao sobrevie a bombas atomicas. peguei o copo e pensei "so faltava ver a baratinha agora" aí eu olho para a direita e no maio dos copos quem estava lá? isso mesmo meus amigos a barata nao hesitei e corri para o quartinho ao lado da cozinha, a oficida do meu falecido bisavô. encontrei um machadinho e fui para o armário me preparando para enfrentar meu nemesis. Ela sumiu.
fiquei mais uns 20 min olhando no armário, até desistir. ou ela encontrou um buraquinho por onde entrava e saia ou ela era só um devaneio/alucinaçao.
E foi assim meus amigos que fui engado por uma barata. que nem sistema nervoso central tem. eu um símeo evoluído, meus amigos.

Texto: Os guitarristas mais importantes do século XX

O ano era 1926. Nas plantações de algodão do Mississippi, o jovem Robert Johnson devaneava sobre uma forma de expressão que foi o produto da colisão da cultura ocidental com africana, ocorrida durante o período escravocrata dos Estados Unidos, um tipo de música que combinava elementos do passamezzo moderno renascentista com paganismo da costa sudoeste africana, três acordes e vocais que talvez evocassem a verdadeira chama da alma para se libertar de suas prisões corpóreas onde nunca encontrariam a luz do dia: o Blues. Não importava como, Robert precisava de um instrumento para tentar seguir a carreira de bluesman como tantos outros na sua época, embora já tocasse gaita com certa aptidão. Chegou à conclusão de que só um violão, instrumento derivado de antigos luthiers árabes e turcos e introduzido para a Europa durante a época da Espanha moura, saciaria sua sede por música. Como reza a lenda, o jovem foi instruído a encontrar o diabo em pessoa, que lhe deu um violão afinado e contendo a maestria imediata em suas cordas em troca de sua alma imortal. Em 10 anos, Robert Johnson havia se tornado o rei do Blues.
Respeitado entre seus iguais e venerado pelos ouvintes, o senhor Johnson havia influenciado completamente toda sua geração, e mesmo que não soubesse, toda a história da música popular. Embora tenha deixado poucas gravações devido à sua morte prematura, com 27 anos, essas foram suficientes para garantir seu legado por mais um século.
30 anos depois, os álbuns de delta Blues deixados por Robert Johnson fizeram seu caminho através do atlântico até chegarem nas mãos de Eric Clapton, um adolescente extremamente problemático que havia crescido com uma mentira sobre seus pais, levado a pensar que sua mãe fosse na verdade sua irmã por 8 anos, até que ela deixou-o, ainda criança, aos cuidados dos avós e tios. Quando ele ouviu o brado flamejante que despencava sobre seus ouvidos através de um aparelho de som tosco, não teve outra dúvida. Tinha que se tornar um músico, e essa vontade determinada sobreviveu por vários anos, mesmo impedindo-o de desistir de tentar aprender os segredos do violão e da guitarra, uma versão elétrica que usava captadores de som dentro do corpo acústico que enviavam sinais elétricos para um amplificador que poderia modular as ondas produzidas com uma distorção que aumentava suas amplitudes e caracterizava o som de forma inconfundível.
Não tardou até que o nome Eric Clapton reverberasse pelas audiências inglesas e americanas como um guitarrista extremamente inovador, mas que, como afirmou em uma entrevista com suas próprias palavras, “sempre tinha um pé no Blues”. Sua primeira banda notória, The Yardbirds, foi uma das mais significantes da British Invasion, quando o pop e garage rock inglês começou a fazer sucesso com audiências americanas, e que teve integrantes tão notáveis quando The Beatles e The Rolling Stones. Enquanto ainda com os Yardbirds, o grafite “Clapton is God” marcou a consciência de sua época tanto quanto sua influência musical, que perpetrou nos seus trabalhos com inúmeras bandas de blues, rock psicodélico com o Cream, um dos primeiros power trios da historia, e um estilo bastante desenvolvido e introspectivo que refletiu seu trabalho solo, como disse David Wild, “É a expressão de um homem que aprendeu do jeito mais difícil que embora não pudesse mudar o mundo, poderia mudar a si mesmo”.Mas foi no final da década de 1960, enquanto a British Invasion perdia território para as bandas de Los Angeles e Califórnia como The Doors que um tornado furioso destroçou as bases de toda a música popular ocidental: um americano de 20 e poucos anos que representava a parte mais etérea do som guitarrístico, desencadeando revoluções técnicas e artísticas enquanto misturava elementos de toda a música moderna feita até então,desde Blues e Jazz até Rachmaninoff. James Marshall Hendrix, Jimi Hendrix, mostrou ao mundo que uma guitarra poderia se expressar de formas nunca antes pensadas, tomando o papel central de uma melodia. Literalmente, Hendrix fazia sua guitarra cantar em vez de colocá-la como mera acompanhante ou instrumento escravo da técnica e criatividade do guitarrista. Ele transformou sua guitarra em uma extensão da realidade que estava constantemente filtrando em sons distorcidos e modulados em inúmeros efeitos como o pedal Wah-Wah, chorus, octavia, delay, e formas pioneiras de gravação em estúdios como overdubs, faixas previamente montadas que recebiam mais camadas de gravações constituindo verdadeiras orquestras com apenas 3 instrumentos. Em 4 anos de carreira antes de uma morte trágica relacionada a complicações causadas por uma overdose de álcool e drogas antidepressivas, Jimi Hendrix influenciou mais profundamente que qualquer outro todos os músicos posteriores à sua existência. Se considerarmos que Eric Clapton traduziu o Blues para roqueiros ingleses, podemos dizer que Hendrix foi responsável por traduzir a arte de “guitarra lírica” por assim dizer, para o resto da humanidade.
Ao deixar os Yardbirds alegando sua trajetória demasiadamente comercial, Eric Clapton chamou seu amigo de infância e guitarrista que logo também assumiria grande fama entre críticos pelo seu trabalho com Jazz Fusion, uma combinação de harmonias modernas com ritmos do funk e soul americanos, Jeff Beck, para liderar a banda. Beck, por sua vez, chamou outro amigo de infância e guitarrista vital para o surgimento do hard rock dos anos 1970 e heavy metal das décadas posteriores, Jimmy Page. Page já havia construído uma reputação bastante respeitada entre os guitarristas da Inglaterra por seu trabalho como músico de estúdio, contratado para tocar com outras bandas sem comprometimento. Ambos dividiram o papel de guitarrista principal da banda por algum tempo, antes de Jeff Beck deixar os Yardbirds para seguir carreira solo. Quase que instantaneamente, todos os outros membros também deixaram a banda para perseguir suas próprias carreiras, deixando Page com o contrato em mãos para fazer o que bem entendesse. Embora talvez não tivesse notado a importância do que fez a seguir, Jimmy Page com certeza recebeu os frutos por tamanha ação: ao reunir o vocalista underground Robert Plant, outro músico de sessões conhecido pelo seu trabalho como arranjador orquestral e organista John Paul Jones e John Bonham que logo seria renomado como maior baterista de todos os tempos, havia formado o que eventualmente se tornaria a banda mais bem sucedida dos anos 1970 – Led Zeppelin. O nome que substituiu The New Yardbirds legendariamente atribuído ao comentário de Keith Moon, baterista do The Who sobre como a banda que Page estava tentando formar “subiria como um balão de chumbo (lead zeppelin, tendo o ‘a’ sendo posteriormente retirado para não haver confusão com lead de liderança)” não teria um começo que aparentasse tão promissor. Ao descrever o primeiro álbum da banda (epônimo), a Rolling Stone comparou-o ao lançamento da banda que Jeff Beck havia formado citando o quanto Led Zeppelin I padecia em todos os aspectos imagináveis ao serem avaliados e como a banda de Beck se mostrava de fato melhor composta e fadada ao sucesso. Doce foi a vingança de Page quando Led Zeppelin I atingiu um milhão de vendas e foi aclamado como um dos melhores álbuns lançados até então, atualmente atingido a marca de 10.000.000 de vendas.
Enquanto o sucesso do Led Zeppelin continuava na sua vertiginosa escalada ao sucesso absoluto que só seria interferida pela morte de John Bonham 10 anos depois, Jimmy Page introduziu muitas influências que não vinham apenas do Jazz e Blues ocidentais, mas também de músicas exóticas como indiana e celta aliadas a compositores modernos como Paderewski. Em Black Mountain Side, Page demonstra sua habilidade com afinações não convencionais e harmonias audaciosas, algo que se repetiria ainda em Stairway to Heaven – música mais conhecida da banda, Four Sticks, The Rain Song, Kashmir, In The Light, Bron-Yr-Aur, Achilles Last Stand e Carouselambra. No solo de Dazed and Confused, por convenção sua obra-prima, Page usa um arco de violino para tocar sua Les Paul, produzindo um som distorcido e extremamente agudo que agonizava as cordas tocando escalas modernistas e extendiam a duração da peça para até quarenta minutos. Em The Song Remains The Same, filme que combina performances ao vivo da banda com seqüências fantasiosas, ele é mostrado como um viajante procurando pela sabedoria, representada pela carta de tarô O Ermitão, revelando muito sobre como suas escolhas filosóficas e religiosas afetaram seu trabalho e vice-versa.
Em 4 guitarristas, podemos resumir a história de toda a música anglo-americana de várias gerações, que influenciaram também o resto do mundo de forma permanente. Enquanto outros grandes guitarristas como Frank Zappa, Keith Richards e Pete Townshend não estenderam suas influências ao ponto de Robert Johnson, Eric Clapton, Jimi Hendrix e Jimmy Page, sem dúvida seu trabalho se mostra tão monumental quanto o destes, porém talvez não tenha sido interpretado o suficiente para tamanha absorção. De qualquer forma, através de incorporações de influências vindas de todos os cantos do mundo, esses guitarristas modificaram o cenário musical ao seu redor de forma fatídica e reconhecível até os dias de hoje, e dificilmente serão igualados em questão de influência. São por tanto, os guitarristas cujo legado perpetuou por mais eras que qualquer outro, os guitarristas mais importantes do século XX.




By: Brunelis
Todos os direitos reservados, 2008

sexta-feira, novembro 21, 2008

Fotos

Em primeiro lugar, nos da Toca do Marvin agradecemos ao novo seguidor!

em segundo, dá só uma olhada nessas fotos que parecem miniaturas mais nao são:










































tirei as fotos do mundo gump
to com preguiça de escrevercomo se faz isso
cócoras + G beringher (é assim q escreve?)

terça-feira, novembro 04, 2008

Gunkanjima

Essa é Gunkanjima uma cidade onde durante mais de 10 anos funcionou a mina de carvão da mitsubishi, ao ser fechada ela ficou assim. a visitação à ilha é proibida. não me lembro site onde peguei as fotos
também tem esse site em inglês com algumas fotos novas:
http://www.jpgmag.com/stories/593
faltam mais ou menos umas 10 fotos mais eu nao aguento mais colocar imagens aqui
o blogspot é um saco pra colocar as imagens