Quinta-feira, Março 08, 2012

Feliz dia da Mulher


Era uma quinta-feira. Dia 8 do 3 de 2012. Cheguei em casa apurado (apertado, constipado). Entrei no banheiro e já fui tirando a roupa. Primeiro tirei a calça mesmo, parte essencial quando uma pessoa pretende defecar (cagar, escorregar um moreno, poluir). Depois já fui arriando as cuecas e sentei na privada. Desde que eu era bem pequeno, sete ou seis anos, eu gostava de cagar pelado mesmo.        
                A maioria das pessoas tem problemas pra cagar fora de casa. Principalmente em banheiro publico. Eu não cagava em banheiro publico por que é fisicamente impossível cagar pelado na escola (já tentei, é difícil). Antes de quere ser escritor, antes mesmo de torcer pro Corinthians eu já gostava de cagar pelado.
                Pois então tirei também a camiseta, acomodei minha bunda murcha do melhor jeito possível e me preparei. Outro fato interessante sobre a minha pessoa: ainda que você ache uma poltrona o lugar mais confortável do mundo, eu acho que a privada é o assento mais confortável do mundo. Não sei bem se é por causa da ventilação extra nos países baixos, ou se é pela abertura em um ângulo perfeito que só uma privada pode proporcionar à essa minha bunda cheia de pelos.
                Nesse dia eu não consegui cagar. Mais ainda, nesse dia sentar no trono era extremamente desconfortável. No começo eu achei que era por que eu tentava cagar numa quinta-feira. Eu odeio quinta-feira. Sei que não sou o único que tem essa sensação, leia o Guia do mochileiro das galáxias.
                Mas, pasmem, não era isso. Acho que a minha retaguarda já sentia o que estava por vir. A região anal é, de longe, o melhor meio de prever o futuro. Se você vê um sujeito mal encarado andando na rua, a noite, e seu cu fico fechadinho... pode ter certeza que coisa boa não é. Sinto que minhas metáforas estão ficando cada vez piores, mas pode ser apenas impressão minha.
                Meu celular, no bolso  da minha calça, começou a tocar. Depois de lutar ao som de “nokia tunes” contra o bolso da calça, que não queria liberar meu celular, eu finalmente atendi.
-oi
-Marvin?
-eu                                  
-é sua prima Josefine.
-e aí
                Minha prima Josefine sempre foi um pé no saco. Ela é uns 4 anos mais nova que eu e sempre me chamava pra dormir na casa dela e pra conhecer as amigas mais-novas-e-cheias-de-espinhas-dela.
-nossa, eu tenho que te dizer uma coisa...
-diga.
                Meio que dei uma gemida por causa da força que fazia em paralelo à minha conversa com Josefine. Acontece.
-então... É que... Não me odeie...
-fala
                Ela desligou.
                Eu pensei: “um problema a menos, agora só falta dar aquela escorregada”
                O telefone tocou.
-não me odeie Marvin.
-fala de uma vez! (outro gemido)
-é que... Tem essa coisa, muito ruim... Eu não sei o que dizer
-tenta aí
-promete que não vai ficar bravo?
-(fazendo força pra cagar) prometo
-é que eu me apaixonei pela pessoa errada...

                Essa é uma das coisas mais controversas da vida... Será que a gente não manda MESMO no “coração”?

-que merda ein

(longo silêncio)

-diz o que você acha
-acho uma merda
-você sabe de quem eu to falando pelo menos?
-do “X”?
-não, Marvin... Você não entende não é?
-se você não falar exatamente o que eu preciso entender fica difícil.
-em me apaixonei pela pessoa errada....
-isso não é uma letra de musica??
-MARVIN
-que?
-você
-eu?
-logo eu?
-sim...
-você, pelo menos tá... Ouvindo o que tá me dizendo?
-eu to te dizendo...
-quer dizer, você percebe a loucura...
-loucura por quê?
-como “por quê”? Você é minha prima porra!
-e você acha que eu não sei? Você acha que eu não pensei sobre isso já? O quanto isso é ruim?
-se você tivesse pensado não taria por aí dizendo sandices!
-san-que?
-nada...
(longo silencio constrangedor, minha barriga ainda doía mas, cagar já não era a prioridade)
-e então?
-então o que Josefine? O que você quer que eu fale?
-eu quero que você me entenda!
-mano, eu te entendo... Eu entendo que você tá ficando louca
-louca por quê?!
- porque você tirou isso do nada? Logo agora? (na hora que eu to cagando)
-Não foi do nada, já faz muito tempo que eu sinto isso... É uma coisa que eu sei... Faz muito tempo...
-eu não sei o que dizer... Até sei... Esqueça isso!
-não dá! Você deve saber como é... Pensar numa pessoa o tempo todo, antes de dormir, o tempo todo... Toda hora... Eu sei o que eu to sentindo! Eu to sentindo é AMO...
-NÃO DIGA ESSA PALAVRA!
-AMOR!
-e o que você sabe de amor?! Na sua idade as pessoas brincam de boneca mano!
-eu sei! Eu sou uma mulher e...
-você tem 14 anos... Você não sabe nada de amor
-eu sei o que eu sinto... Você acha que eu não tentei de esquece? Fiquei um ano... Mais de um ano só tentando esquecer isso. Você acha que eu não sei o quanto isso é complicado? A gente é primo de primeiro grau...
-então você percebe a loucura do que tá dizendo?
-não é loucura! É amor!
-E o que diabo você quer que eu faça?
-quero que você me entenda!
-certo...
- você deve tá me achando uma boba... Uma idiota... Não deveria ter falado isso! Agora vai ser tudo diferente.
-mano... E como você quer... O que... EU NÃO SEI NEM O QUE DIZER.
-é você não sabe mesmo... (sarcástica)
-e o que você QUER que eu faça? Que eu vá até aí e fale “Josefine! Casa comigo que eu te amo”?
-não! Claro que não
-então?
-já falei que eu quero que você me entenda!

                Naquele momento eu só queria que minha vô tivesse abortado meu tio ainda no estado de mórula. Só pra não estar tendo aquela conversa. Falo mesmo.

-eu já falei que entendo... Mas eu quero que VOCÊ entenda que isso não faz sentido algum... Que é loucura... Que não vai rolar... Essas coisas...
-é não... Você não me entende por que você não tá dando a mínima...
-olha, amanha... Não amanha, daqui a 24 horas... Mas num futuro... Você vai ver a loucura que tá falando e vai concordar comigo... Até lá, você precisa esquecer... PRECISA.

-tá bom Marvin. (extremamente seca)
-é isso aí mano.
-então tá... até domingo.

                Desliguei o celular. De repente comecei a cagar... Consegui.

Sinceramente, o que estão dando de comer pra essas crianças? Será culpa da famigerada televisão brasileira? Será que é falta de palmada, modismo, excesso de açúcar no sangue? Juro que não sei... Outra quinta que acabou terrivelmente mal.
Queria dizer que foi simples como nesse texto mal escrito... Mas foram 28 minutos no celular, que eu resumi bastante!

Pelo menos acho que eu nunca caguei tanto, e tão bem... uma merda de dia isso sim!

Domingo, Fevereiro 12, 2012

03022012

Céus! Cachinhos redondos
Pretos muito malucos
Seus caixeiros viajantes
Andantes, me fazem errante

Por quê, cachinhos malucos,
levou do peito meu coração
Sem nem dizer onde ia?

Caixeiro viajante do cabelo
Errante da minha amada distante
Vai, mas vê se volta

E traz na caixa
Aquilo que abrigo
No peito: Errante, Esvoaçante e maluco

-------------------------------
desculpem, nao sei como usar porque, por que, por quê
 e o corretor do word tá me pondo louco...

Lapso, lhasa lapso

Acordo da minha embriagues
Whisky melhor amigo da vez
E em meio dos delírios
Roupão de seda, cocaína e Viagra
Me lembro dos olhos da
Minha magra amada
É triste, é triste


Escolhi me afastar do final
Ignorando o começo
Eu mereço? Mereço mereço

Quarta-feira, Janeiro 25, 2012

O Ladrão de Raios -Rick Riordan





O ladrão de raios conta a estória de Percy Jackson. Percy é um menino que estuda na sétima série e é tido como um menino “rebelde” com Déficit de atenção e hiperatividade (fato que é repetido a exaustão durante o livro) que dificilmente termina um ano sem ser expulso. Durante uma visita ao museu, o menino é atacado por sua professora de matemática  (que na verdade é um monstro). 
Aparentemente ser atacado por um monstro mitológico é apenas mais um evento “estranho” que acontece na vida de Percy sem que ele dê muita atenção. Infelizmente o autor não detalha outros casos assim como não detalha os personagens secundários, apenas os esteriotipiza como “o sátiro atrapalhado” e “a esperta filha de Atena”. Mesmo o próprio Percy é plano e totalmente previsível.
Quando comecei a ler tive a impressão que estava lendo o rascunho da obra. Não sei se por erros na tradução, ou por falha do autor, algumas palavras pareciam mal colocadas e alguns erros ortográficos saltavam aos olhos.  Além disso, acredito que para caracterizar o personagem principal (que é também o narrador), que tem 12 anos, o autor exagera às vezes. Como exemplo: “o minotauro jogou o carro que rolou por centenas de metros”. O autor também falha ao descrever batalhas: ou as descreve de forma muito sucinta (“me virei e golpeei o monstro que morreu”), ou descreve uma grande batalha pouco convincente.
Uma coisa interessante foi a forma como o autor “modernizou” os deuses gregos. O monte olimpo fica no 600º andar do Empire State building, o Hades fica em L.A., Poseidon é um homem bronzeado que usa camisa havaiana...
A trama é quase que totalmente previsível para uma pessoa que conheça um mínimo de mitologia grega, ou já tenha lido outro livro de aventura infanto-juvenil. A Semelhança com Harry Potter é inegável:três amigos, um atrapalhado, uma inteligente e um predestinado a salvar o mundo. Uma boa leitura para crianças ou para adultos com muito tempo livre.

Terça-feira, Janeiro 24, 2012

24012012

A careca do vovô é brilhosa, e
A noite na fazenda é jeitosa.
Com todas aquelas estrelas metidas no
Fundo preto do céu infinito.
E pontinhos. Num daqueles diamantezinhos,
Um homem careca, com cabelo branco crescendo nas orelhas,
Pega seu netinho no colo. Olha pra cá e
Pergunta-se: será que tem vida lá fora?

Poe o menino no chão e segue o caminho de cascalho
“Que dor nas costas, esse menino é pesado pra caralho”

A


Era uma quinta feira.  Eu tava de bobeira, matando aula no cursinho, quando meu celular tocou.
-Alô
-Marvin?
- Eu mesmo...
- Aqui é a M.
                M era uma amiga minha de infância que de vez em nunca me ligava e me chamava pra sair, como amigos. Era, e as vezes ainda é, uma das minhas 8475611 paixões platônicas .
- E aí? Que que tá pegando?
                Eu sempre falava alguma coisa idiota com ela. Acho que ficava um tanto nervoso.
- Então, hoje a noite, vem aqui em casa...
- Ok...
- Traz seu narguilé que o chá eu tenho.

                Eu olhei pro céu e falei “obrigado deus que eu não sei se existe”. Era hoje que eu ia pegar minha paixonite de infância e coisa e tal. Nós dois sozinhos na casa dela conversa vai conversa vem, fuque fuque nhéque nhéque. Algumas horas de diversão. SWEET LOVE ALL NIGHT LONG STYLE.
                Não preciso nem falar que fiquei as ultimas duas aulas pensando em como eu ia me dar beem essa noite. Quem tinha tempo pra matemática? Quando a futura mãe do seus filhos, que podem vir a ser concebidos ainda hoje, te espera de braços abertos (e pernas também) para o amor.
                Terminada a aula eu fui até a minha casa peguei o narguilé, troquei de camisa e peguei aquela pacote velho, meio amassado, que tinha comprado quase um ano antes. Sim, um pacote de camisinhas, sou um rapaz prevenido. Não quero ter herpes, ou coisa pior. Tinha comprado aquilo por que esperava me dar bem numa situação semelhante. Se ao menos eu me lembrasse de como aquilo tinha terminado (acabei a noite na mão, literalmente) talvez tivesse ficado em casa numa boa.
                Fui até a casa dela e toquei a campainha. A mãe dela atendeu.
- Marvin! Quanto tempo menino, você cresceu... entra entra a M tá lá em cima no quarto dela.
                Eu achei que ia ficar só com a M. acontece que a mãe e o irmão dela também estavam na casa
- E ai Marvin, senta ai que eu já to preparando.
                Ela tava sentada em cima da cama, preparando.
- Outro dia eu fui com esse cara, meio hippie, num lugar aqui em campinas que tem tipo, grande ocorrência de OVNIS é bem legal
- É mesmo.
- Depois ele abriu um pacore e tirou um camarão de lá de dentro... a gente dichavou e fumou lá mesmo, foi tipo, nossa, transcendental.
- Imagino. Não sabia que sua mãe ia estar aqui hoje, é de boa fumar aqui?
- É só soltar na janela.
                Ela ficou me falando de umas coisas que tava “estudando” sobre alquimia, quatro elementos, humores aristotélicos e mais um monte dessas babaquices. Depois ela trancou a porta e abriu a janela. Terminou de lamber a seda e me passou pra que eu admirasse sua obra de arte. Tem gente que pinta quadros e tem gente que finje que escreve poesia (eu). M enrolava.
                Olhei pra aquele beck meio babado pensando que aquilo era o mais próximo de um beijo que ei ia ter naquela noite.
                Ainda sim foi uma boa noite, engraçada por conta dos alteradores de consciência e de um modo geral cheia de papos acalorados sobre  qualquer coisa. Por volta das onze da noite eu achei que deveria ir embora. Falei que não ia chamar meu pai pra me buscar, uma que morava a menos de 1 quilometro da casa dela, duas que eu sempre gostei de andar.
                Era uma noite clara, em parte por causa dos postes de luz amarela em parte por causa da lua gigante e também amarela como um queijão gigante pendurado no céu. Um gol daqueles velhos quadrados com insulfilme preto (o popular chaveado) passou bem devagar por mim. Meu sentido de aranha me disse que era uma boa idéia sair correndo por ali, mas correr de um carro não é muito inteligente.
                O carro passou e foi embora, dobrando a esquina. Relaxei.
                Quando dobrei a mesma esquina, quase chegando em casa, o gol estava parado junto do meio fio. Dois homens do lado de fora. “Morri” pensei. Agarrei a caixinha do narguilé com mais força e continuei andando, não tinha por onde mais ir. Passei sem olhar para os caras como se isso fosse me tornar invisível.
-Ei mano
                Disse um deles. Me virei devagar esperando ver um canhão na mão de um deles.
- Ce derrubou isso.
                O cara segurava um papelzinho. Tinha o nome de algumas bandas que M tinha recomendado, nada demais
- Brigado aí
                Me virei me sentindo muito mal, como podia ter pensado besteira daquele cara? Um moço gentil que me devolveu o papel e, afinal, esse negocio de gentileza é muito legal...
- Ei mano
- Que?
                Agora sim, ele tinha um canhão na mão.
- O que tem na caixa?
- É meu narguilé velho...
- Passa
                Passei. O que eu podia fazer?
- Agora vaza.
                Vazei... E cheguei em casa uns 5 minutos depois. O susto tinha me deixado completamente sóbrio. Que diabo de noite furada...

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Les Amours Imaginaires


1-      Mulheres bonitas com pouca roupa
2-      Repetição de palavras em uma poesia
3-      Le Apocalipse
4-      Lamborghinis
5-      Escrever usando lápis bic (aquele mole)
6-      Mulheres que fumam


Sexta-feira, Janeiro 13, 2012

Diabo na Sexta 13



Só lamento
Mas acho que não é
Só eu que lamento...
Lamento que ao invés
De guerra justa deus
Nos deu a chuva. E
Agora (que absurdo!) tem água caindo do
Céu!                                         

Queria sangue escorrendo
Ao léu
Chuvas, só de lágrimas que olhos
Secos derramaram pela morte
De nosso deus e do paraíso do infante!

Pilhas de corações arrancados
Montes de “e se”
Diabo! E se eu fosse mais
Jovem?
E se minha barriga fosse menor?
E se meu finado roliço
Fosse maior? Diabo
Diabo Diabo

A Úlcera de Bauru



Já fazia um tempo que eu tava meio que apaixonado por essa menina. Porra como não estar né? Ela tinha um piercing no nariz, gostava de rock e tinha uma bunda ajeitada... porra como não me apaixonar.
Acontece que com essas menininhas do movimento udigrúdi de campinas você nunca sabe o que esperar, num dia elas tão dando voltinhas pelo dompas, no outro elas tão grávidas morando com algum cara de comunidade. Ces’t la vie. “po mas é que essas pessoas são meio perdidas na vida Ed. Tipo elas são de outra classe social e tudo...” me dizia minha amiga igualmente perdida na vida que tomava ácido 3 vezes por semana.
Enfim... teve esse dia que eu me encontrei com ela...

- e aí...
-e aí ed (os udigrúdi me chamavam de Ed)
-te trouxe chocolate...
- AAAAAAH EU AMO CHOCOLATE! CARALHO!
-é eu sei...

Quando ela terminou de comer o chocolate ela disse.

-tá afim de ir nu show do cueio limão?
-cueio o que?
-é uma banda seu bobo
-claro claro por que não?
-óooooooootimo.... assim você conhece o uísque
-mina fala português....
-o uísquezito
-aquele cara que taá sempre no dompas?
-sim
-e por que eu ia querer conhecer ele?
-a gente meio que tá namorando... ele é tão fofo...
-ah isso é legal...
-outro dia ele me falou a coisa mais fofa... ele disse “no começo eu nem ligava muito pra você mas, agora parece que eu to viciado em você”

Whaaaaaaaa?

-Ah isso é bonito mesmo, nossa olha a hora já vou indo

                Porra, eu um aspirante a poeta escrevendo poesias enormes pensando em você e você cai por um papinho de “to viciado em você”... que merda ein. Depois disso ela se mudou pra bauru, e eu nunca mais ví... que diabo! que diabo! A mina me coloca na friendzone por um idiota que não sabe nem falar de amor.

A vadia nem deve lembrar o meu nome.

                Depois disso eu realmente me aposentei desse negócio de tentar alguma coisa com as udigrúdi, é sempre uma pressão. Elas querem ser mais fodas que você. Competem por tudo: quem usa mais droga, quem pega mais mulher (e elas sempre dizem “já peguei mais mulher que você”), quem vai em mais show...
                Não é uma coisa natural entende? Larguei por que, naquele grupo, eu era MESMO superior a todos eles...nao ficava nessas de ver quem é mais fodinha. Meu tempo é precioso demais pra ficar gastando com essas pessoas que assistem Skins e depois saem se achando o Sid Vicious... Nem Sid andaria com eles!
                

Que Bauru queime!

Terça-feira, Janeiro 10, 2012

09012012

Ana, que medo dos
Teus olhos negros, malucos,
Que me puxam pra dentro
De ti!

Queria eu ter a força
Pra quebrar o gelo que
Nos separa e conquistar, enfim,
o cume de teus morros

Que rosas crescem
De seus cabelos e
Criam raízes no meu coração

Como gostaria de cantar
À beleza tua!
Escrever um épico em verso
sobre a nossa história que é só minha

Mas não sei cantar e sei
Pouco sobre poesia